quarta-feira, 23 de julho de 2025

Losna - Artemisia absinthium



Pelo Gemini

A losna, também conhecida como absinto, é uma planta medicinal com uma longa história de uso na fitoterapia, famosa por seu sabor amargo e suas diversas propriedades.
Componentes Ativos
As propriedades da losna são atribuídas à sua rica composição química, que inclui:
 * Lactonas sesquiterpênicas: Como a absintina e anabsintina, que são responsáveis pelo seu sabor amargo característico e pelas ações digestivas e hepatoprotetoras.
 * Óleos essenciais: Contêm tujona, que é um composto neurotóxico em altas doses e é o motivo pelo qual o uso da losna requer cautela. Outros componentes incluem cânfora e artemisina.
 * Flavonoides: Possuem ação antioxidante e anti-inflamatória.
 * Ácidos fenólicos e taninos: Contribuem para suas propriedades adstringentes e antioxidantes.
Principais Ações Fitoterápicas e Indicações
A losna é valorizada por suas ações terapêuticas, especialmente para o sistema digestório e como antiparasitário:
 * Estimulante Digestivo e Hepatoprotetor:
   * É um potente tônico amargo, que estimula a produção de saliva e sucos gástricos, melhorando o apetite e a digestão.
   * Estimula a produção e liberação de bile pelo fígado e vesícula (ação colagoga e colerética), auxiliando na digestão de gorduras e no tratamento de problemas hepáticos e da vesícula biliar, como má digestão, azia, flatulência e esteatose hepática (gordura no fígado).
   * Pode ajudar a aliviar sintomas de gastrite, dispepsia (indigestão) e dores de estômago.
 * Vermífuga e Antiparasitária:
   * Tradicionalmente utilizada para combater vermes e parasitas intestinais, como áscaris e ancilóstomos.
 * Anti-inflamatória e Analgésica:
   * Compostos como a artemisina e flavonoides conferem à losna propriedades anti-inflamatórias e analgésicas, que podem ser úteis no alívio de dores musculares, articulares (artrite, artrose) e cólicas menstruais.
 * Antimicrobiana:
   * Possui atividade antibacteriana e antifúngica, podendo auxiliar no combate a infecções.
 * Outras Indicações:
   * Pode auxiliar no controle dos níveis de glicose no sangue (hipoglicemiante).
   * Usada externamente para tratar feridas na pele e piolhos.
   * Pode ter efeitos no sistema nervoso, sendo investigada para melhora cognitiva e como neuroprotetora, mas o uso excessivo pode ter efeitos contrários.
Modo de Uso Comum
O uso mais comum da losna é na forma de chá (infusão).
 * Preparação: Utilize 1 colher de chá de folhas secas de losna para cada xícara de água fervente. Deixe em infusão por 5 a 10 minutos, coe e beba.
 * Posologia: Geralmente, recomenda-se 1 xícara de chá até 2 ou 3 vezes ao dia, preferencialmente antes das refeições para estimular o apetite e a digestão, ou após as refeições para problemas gastrointestinais.
 * Duração do Tratamento: O uso da losna deve ser de curta duração, geralmente não excedendo 4 semanas, devido à presença da tujona.
Precauções, Contraindicações e Efeitos Colaterais
A losna, devido à presença da tujona, exige muita cautela em seu uso:
 * Tujona: Este composto pode ser neurotóxico em altas doses e uso prolongado, podendo causar sintomas como náuseas, vômitos, insônia, agitação, tontura, tremores, retenção urinária, dormência, e em casos mais graves, convulsões, delírios, alucinações e até danos renais ou paralisia.
 * Gravidez e Amamentação: É estritamente contraindicada para gestantes, pois pode estimular contrações uterinas e induzir aborto. Também deve ser evitada durante a amamentação, pois seus componentes podem passar para o leite materno e torná-lo amargo.
 * Epilepsia: Pessoas com epilepsia ou que tomam medicamentos anticonvulsivantes devem evitar a losna, pois a tujona pode interferir com esses medicamentos e aumentar o risco de convulsões.
 * Problemas Renais e Hepáticos Graves: Deve ser evitada por pessoas com doenças renais ou hepáticas severas.
 * Alergias: Pessoas com alergia a plantas da família Asteraceae (como margaridas, crisântemos, ambrósia) podem apresentar reação alérgica à losna.
 * Uso em Crianças: Não é recomendada para crianças sem orientação profissional.
 * Interações Medicamentosas: Pode interagir com medicamentos para diabetes (potencializando a hipoglicemia) e outros medicamentos, por isso, é crucial consultar um médico.
 * Sabor Amargo: O sabor intenso e amargo pode ser desagradável para algumas pessoas.

Café torrado homeopático - Coffea tosta

 referências

http://www.homeoint.org/books1/allenhandbook/c/coff-t.htm

https://www.materiamedica.info/en/materia-medica/john-henry-clarke/coffea-tosta

https://www.researchgate.net/publication/227164180_Standardization_of_homeopathic_Coffea_arabica_Coffea_cruda_and_Coffea_tosta_matrix_tinctures

https://pt.slideshare.net/slideshow/coffea-tosta-bhms-materia-medica-homoeopathy-3dfb/272072382

https://homeopathybooks.in/textbook-homeopathic-materia-medica/coffea-tosta-4/

https://homeopathybooks.in/dictionary-of-practical-materia-medica-by-j-h-clarke/coffea-tosta-3/

Carqueja - Baccharis trimera

 pelo Gemini

A carqueja, cujo nome científico mais comum é Baccharis trimera, é uma planta medicinal muito popular na fitoterapia brasileira, conhecida por suas diversas propriedades terapêuticas. Suas hastes aéreas são as partes mais utilizadas.

Compostos Ativos
As características fitoterápicas da carqueja são atribuídas à sua rica composição química, que inclui:
 * Flavonoides: Como a quercetina e a rutina, que possuem forte ação antioxidante e anti-inflamatória. Eles ajudam a proteger as células do corpo contra danos causados pelos radicais livres e a reduzir processos inflamatórios.
 * Óleos essenciais: Contêm substâncias como carquejol, calameno e eudesmol, que contribuem para o aroma característico da planta e para suas propriedades digestivas e hepáticas.
 * Lactonas diterpênicas: Responsáveis por parte do sabor amargo e pelas ações digestivas e hepatoprotetoras.
 * Saponinas: Podem ter efeitos hipoglicemiantes e anti-inflamatórios.
 * Compostos fenólicos: Contribuem para a atividade antioxidante e anti-inflamatória.
Principais Ações Fitoterápicas e Indicações
A carqueja é amplamente utilizada para diversas finalidades, sendo as mais notáveis:
 * Ação Digestiva e Hepatoprotetora:
   * É um excelente tônico digestivo, estimulando a produção de bile pelo fígado (ação colagoga) e sua liberação pela vesícula biliar (ação colerética). Isso melhora a digestão de gorduras, alivia a sensação de peso no estômago, azia, má digestão e flatulência.
   * Auxilia no tratamento de problemas de fígado e vesícula biliar, incluindo a esteatose hepática (gordura no fígado).
   * Apresenta efeito gastroprotetor e antiulceroso, ajudando a modular a secreção ácida e a proteção da mucosa gástrica.
 * Ação Hipoglicemiante:
   * Contém compostos bioativos que podem aumentar a sensibilidade das células à insulina, ajudando a reduzir os níveis de glicose no sangue. É frequentemente usada como coadjuvante no controle do diabetes.
 * Ação Diurética:
   * Ajuda a eliminar o excesso de líquidos do corpo, o que pode ser benéfico para combater a retenção hídrica e auxiliar no controle da pressão arterial.
 * Ação Anti-inflamatória e Antioxidante:
   * Seus flavonoides e outros compostos combatem a inflamação e neutralizam os radicais livres, contribuindo para a saúde geral e podendo auxiliar no alívio de dores articulares e musculares.
 * Fortalecimento Imunológico:
   * Pode estimular a produção de glóbulos brancos, fortalecendo o sistema imunológico e auxiliando no combate a infecções, gripes e resfriados.
 * Outras indicações:
   * Antidiarreica: Ajuda a regular o trânsito intestinal.
   * Anti-helmíntica: Popularmente usada para combater vermes.
   * Pode ser um coadjuvante em regimes de emagrecimento devido às suas propriedades digestivas e diuréticas.

Modo de Uso Comum
O uso mais comum da carqueja é na forma de chá (infusão). Geralmente, utiliza-se 1 colher de sobremesa dos ramos picados para 1 xícara de água fervente. Deixa-se em infusão por 5 a 10 minutos, coa-se e pode-se tomar até 3 vezes ao dia, preferencialmente antes das refeições para otimizar a digestão.
Contraindicações e Efeitos Colaterais
Embora seja uma planta natural, a carqueja possui contraindicações e pode causar efeitos colaterais, especialmente se usada de forma inadequada:
 * Gravidez e Amamentação: É contraindicada para gestantes, pois pode causar contrações uterinas e até aborto. Também deve ser evitada durante a amamentação, pois seus componentes podem passar para o leite materno.
 * Pressão Baixa (Hipotensão): Por ter ação diurética e auxiliar na redução da pressão, deve ser usada com cautela por pessoas com pressão arterial baixa, podendo causar hipotensão excessiva.
 * Diabetes: Diabéticos devem usar com cautela e sob orientação médica, pois a carqueja pode intensificar o efeito de medicamentos para diabetes, levando a uma queda excessiva da glicemia (hipoglicemia).
 * Distúrbios Gastrointestinais Graves: O consumo excessivo pode causar desconforto gástrico, náuseas ou diarreia em algumas pessoas.
 * Crianças: Não é recomendada para crianças sem orientação profissional.
 * Uso Prolongado: O uso prolongado ou em doses muito altas pode diminuir o número de leucócitos no sangue.

segunda-feira, 8 de novembro de 2021

Babosa cobrindo articulações


Entre as inúmeras aplicações da mucilagem de Aloe vera utilizamos também em artrites.

Nesta imagem vemos uma forma singular onde a pessoa tem disposição de manter os dedos imersos.
Simplifica o uso e amplia o efeito por abranger toda a cápsula articular com porção generosa desta panacéia.

terça-feira, 5 de outubro de 2021

Luffa operculata - Buchinha, uso infantil.

Usar a Buchinha em gotas ou spray nasal é uma prática de higiene diária além de terapêutica para sinusite e otite.

A preparação mais simples é:

Ferver durante 10 minutos ⅛ do fruto em 200 ml de água.
Este chá dura uma semana, depois deve ser dispensado e preparado novamente.

Aplica-se antes do banho ou antes de nadar. 
Quando febril aumenta a frequência até 4x/dia conforme a intensidade dos sintomas nasais.

Em crianças diluimos o chá preparado proporcionalmente à idade:

6 a 12 anos - ao meio
3 a 6 anos   - em 4
1 a 3 anos   - em 8

Menores que 1 ano:
prepara-se com uma seringa graduada para aumentar a precisão.
de 9 a 12 meses - dilui em 10 vezes - aspira meio mililitro do chá e completa até 5 ml com água. 
de 6 a 9 meses - dilui em 14 vezes - aspira meio mililitro do chá e completa até 7 ml com agua.
de 3 a 6 meses - dilui em 18 vezes - aspira meio mililitro do chá e completa até 9 ml com água.
de 1 a 3 meses - dilui em 22 vezes - aspira meio mililitro do chá e completa até 11 ml com água.
de 0 a 1 mês - dilui em 26 vezes - aspira meio mililitro do chá e completa até 13 ml com água.

Como a sensibilidade à Luffa difere entre as pessoas, sempre usa uma gota em uma narina e observa a reação. Se houver dúvida, dilui mais.

É importante usar somente uma gota em cada narina para evitar que engula e irrite o estômago.

quinta-feira, 13 de maio de 2021

Cobras venenosas e homeopatia

Replicado da Revista de Homeopatia

Comparative study of the pathogenetic symptoms of

four homeopathic medicines derived from snakes:

relationship between venom composition and snake species

Gustavo Henrique da Silva, Pedro Folgueri Silveira, Caio Leite AscavaAnamélia Frozoni Lomonaco,

Abstract

One of the traditional foundations of homeopathy is the proving of medicines in healthy individuals. This to say, before used in clinical practice by means of the law of similarity, substances or drugs are tested in healthy volunteers to establish the signs and symptoms they cause with full precision.

Homeopathic medicines prepared from snake venoms are used quite often in clinical practice, 

Lachesis mutain particular.

The aim of the present study was to compare the set of pathogenetic symptoms of four homeopathic medicines derived from snakes, i.e., 

Elaps corallinus
Bothrops lanceolatus
Crotalus horridus,
Lachesis

 to correlate common actions, and discuss the biochemical differences that account for each one’s specificities.

The pathogenetic descriptions of LachElapsCrot-h and Both-l exhibit many traits in common with the effects of the venoms of Lachesis muta, Micrurus corallinusCrotalus horridus and Bothrops jararaca, respectively, which justifies the inclusion of toxicological data in the homeopathic materia medica. 

We conclude that the investigated homeopathic medicines exhibit pathogenetic traits corresponding to hemorrhagic, inflammatory, and neurotoxic events, however, they also exhibit individual and clinically specific actions that hinder the elaboration of a single pathogenetic picture.

The composition of each snake venom accounts for the pathogenetic action of the corresponding homeopathic medicines, as well as their similarity with snake bites.

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Luffa operculata - Matéria Médica

http://www.principiovital.com.br/html/br/mmavulsa/luf-op.html

Planta pertencente à família das Cucurbitaceae, originária da América do Sul, e nativa no Brasil. É uma trepadeira de caule penta-anguloso, gavinhas simples ou bífidas, compridas e vilosas. Folhas longo-pecioladas, cordiformes ou reniformes, angulosas ou lobadas (3-5 lobos), um pouco ásperas. Flores amarelas, campanuladas, pequenas, axilares. Frutos ovóides, moles, pequenos, ásperos e com pequenas nervuras ou saliências espinescentes e seriados. Sementes compridas, lisas, com as margens regulares, sem alas. Seu nome popula deriva da sua aparência semelhante à da "bucha de banho", mas apresenta um tamanho menor (cerca de 8 cm). Popularmente é usada para rinites e rinofaringites. Há registros de casos de intoxicação com esta planta, ocorrendo sintomas cerca de 24 horas após a ingestão do chá. Náuseas, vômitos, dores abdominais e dores de cabeça são os sintomas primários, subsequentemente advêm hemorragias, podendo ocorrer o coma e a morte.

De acordo com Mezger, o Iodo é um importante constituinte ativo da planta.

Luffa operculata foi introduzido no início dos anos 1960 pelo Dr. Willmar Schwabe na matéria médica homeopática, após visitar a Colômbia, na América do Sul, onde conheceu seu tradicional uso para o tratamento de sinusite. Em 1962-63 O Dr. Raeside realizou em Londres novas experimentações. Em 1986 novas experimentações foram publicadas pelo "Deutschen Zentralvereins".


"Os textos aqui apresentados foram obtidos através de compilação ou reprodução de patogenesias de um ou vários autores assinalados no início, tendo sido adaptados e livremente traduzidos para o Português"

Textos extraídos e adaptados das Matérias Médicas de Frans Vermeulen, O.A. Julian, Vijnovsky, Nilo Cairo e Artigos de revistas Homeopáticas dos Autores das experimentações e Homeopatas diversos.

Características gerais

Luffa operculata foi introduzido no início dos anos 1960 pelo Dr. Willmar Schwabe na matéria médica homeopática, após visitar a América do Sul onde é usado tradicionalmente para o tratamento de sinusite. Em 19602-63, as experimentações do Dr. Raeside em Londres confirmaram muitos sintomas respiratórios alérgicos. Luffa operculata mostrou não ser um remédio de ação profunda, seu tempo de ação sendo de 6 a 34 horas, mas o remédio pode ser tomado diariamente por meses. Embora os pacientes tenham ficado livres dos sintomas de asma, eles podiam ser tratados ao mesmo tempo com um remédio constitucional.

Mental

Falta de concentração.

Medo de câncer.

Ilusão de ter câncer no cólon.

Cólera por bagatelas; agg. pelo barulho.

Distraído.

Falta de reação com uma condição de colapso com indiferença.

Sonhos muito ansiosos com música e barulho.

Generalidades

Cansaço e fadiga física ou corporal.

Hipertrofia da glândula tireóide.

Grande sede e apetite voraz; com emagrecimento.

Secura das mucosas.

Alergias respiratórias (rinites, asmas).

Cabeça

Cefaléias; violentas; surdas, iniciando-se na fronte estendendo-se para o pescoço.

Cefaléias na região occipital.

Cefaléias na região frontal; com vertigem e moscas que voam diante dos olhos; e fotofobia; agg. em quarto quente.

Olhos

Olhos pesados secos; lacrimejamento com sensibilidade à luz; visão pesada.

Nariz

Espirros violentos e prurido interno do nariz.

Rinite crônica, com envolvimento dos seios paranasais.

Nariz entupido, com espirros frequentes; resfriados com sinusite.

Sinusite com cefaleia e secreção aquosa do nariz.

Resfriado com secreção nasal, branca ou amarela, especialmente de manhã, mais clara e transparente no decorrer do dia.

Resfriados com sintomas nasais e face ruborizada e quente e boca seca, assim como os olhos.

Secura da mucosa nasal (dolorosa) com formação de crostas aderentes.

Agg. por ar confinado e ar seco no quarto.

Amel. ao ar livre do exterior.

Boca

Secura da boca; úlceras; cantos fissurados.

Secura da língua, da parte de trás da garganta, da faringe.

Sensação de ardência na ponta da língua.

Gosto metálico ou amargo.

Língua espessamente coberta; com úlceras.

Garganta

Garganta seca; e sensação como se a parte de trás da língua (seca) pressionasse para cima.

Sensação de sufocação como pressão na garganta externa.

Estômago - intestino - abdômen

Dolorosa sensação de sede e fome, difícil de satisfazer.

Dores gástricas difusas.

Sensação de vazio no estômago.

Tendência à constipação.

Peito

Dores supraesternais.

Sensação de vibração cardíaca.

Falta de ar pelo menor esforço.

Taquicardia.

Dor no peito durante a tosse e espirros.

Aparelho respiratório

Sibilos e som chocalhante no peito com dificuldade para expectorar.

Respiração difícil pelo menor esforço.

Tosse espasmódica que agg. pela brisa fria, neblina, poeira, etc.

Agg. por exposição à poeira, ao frio, à noite, de manhã cedo.

Amel. pelo calor, cobrindo a cabeça.

Extremidades

Marcado dolorimento e fraqueza dos membros; com dormência e peso.

Câimbras.

Pele - Fâneros

Formação de pequenas espinhas, purulentas e prurido na face, no lábio inferior e no queixo.

Perda abundante de cabelos.

Desejos e Aversões

Aversão a comidas gordurosas; condimentadas.

Desejo de vinagre diluído; limão.

Modalidades

Agravação: Em um quarto, em ar seco.

Melhora: Ao ar livre.

Posologia

Dinamizações: 4 DH, 6 DH, 12 DH.

Diagnóstico positivo

Cefaleia de regiões fronto-occipital.

Inflamação aguda ou crônica das mucosas dos seios nasais.

Hipertrofia ou atrofia das mucosas nasais.

Diagnóstico clínico

Rinofaringite aguda.

Faringolaringite aguda.

Sinusite purulenta.

Rinite atrófica crônica.

Asma brônquica.

Pólipos nasais.

Comparações diferenciais

Mercurius bi-iodatus (Merc-i-r): Coriza com rouquidão. Secreção abundante de muco posnasal, agg. ao ar livre, amel. pelo calor.

Cinnabaris (Cinnb): dores depressivos nos ossos do crânio, com obstrução do nariz, com secreção de muco espesso, epistaxes frequentes.

Hepar sulphur (Hep): Secreções azedas, fétidas, com obstrução do nariz, assim que o paciente sai ao ar frio e amel. em um quarto quente.