Considerações sobre as espécies acessíveis física e culturalmente, assim como eficazes e seguras clinicamente.
quarta-feira, 23 de julho de 2025
Losna - Artemisia absinthium
Café torrado homeopático - Coffea tosta
referências
http://www.homeoint.org/books1/allenhandbook/c/coff-t.htm
https://www.materiamedica.info/en/materia-medica/john-henry-clarke/coffea-tosta
https://www.researchgate.net/publication/227164180_Standardization_of_homeopathic_Coffea_arabica_Coffea_cruda_and_Coffea_tosta_matrix_tinctures
https://pt.slideshare.net/slideshow/coffea-tosta-bhms-materia-medica-homoeopathy-3dfb/272072382
https://homeopathybooks.in/textbook-homeopathic-materia-medica/coffea-tosta-4/
https://homeopathybooks.in/dictionary-of-practical-materia-medica-by-j-h-clarke/coffea-tosta-3/
Carqueja - Baccharis trimera
segunda-feira, 8 de novembro de 2021
Babosa cobrindo articulações
terça-feira, 5 de outubro de 2021
Luffa operculata - Buchinha, uso infantil.
quinta-feira, 13 de maio de 2021
Cobras venenosas e homeopatia
Replicado da Revista de Homeopatia
Comparative study of the pathogenetic symptoms of
four homeopathic medicines derived from snakes:
relationship between venom composition and snake species
Gustavo Henrique da Silva, Pedro Folgueri Silveira, Caio Leite Ascava, Anamélia Frozoni Lomonaco,
Abstract
One of the traditional foundations of homeopathy is the proving of medicines in healthy individuals. This to say, before used in clinical practice by means of the law of similarity, substances or drugs are tested in healthy volunteers to establish the signs and symptoms they cause with full precision.
Homeopathic medicines prepared from snake venoms are used quite often in clinical practice,
Lachesis mutain particular.
The aim of the present study was to compare the set of pathogenetic symptoms of four homeopathic medicines derived from snakes, i.e.,
Elaps corallinus,
Bothrops lanceolatus,
Crotalus horridus,
Lachesis
to correlate common actions, and discuss the biochemical differences that account for each one’s specificities.
The pathogenetic descriptions of Lach, Elaps, Crot-h and Both-l exhibit many traits in common with the effects of the venoms of Lachesis muta, Micrurus corallinus, Crotalus horridus and Bothrops jararaca, respectively, which justifies the inclusion of toxicological data in the homeopathic materia medica.
We conclude that the investigated homeopathic medicines exhibit pathogenetic traits corresponding to hemorrhagic, inflammatory, and neurotoxic events, however, they also exhibit individual and clinically specific actions that hinder the elaboration of a single pathogenetic picture.
The composition of each snake venom accounts for the pathogenetic action of the corresponding homeopathic medicines, as well as their similarity with snake bites.
quinta-feira, 19 de novembro de 2020
Luffa operculata - Matéria Médica
Planta pertencente à família das Cucurbitaceae, originária da América do Sul, e nativa no Brasil. É uma trepadeira de caule penta-anguloso, gavinhas simples ou bífidas, compridas e vilosas. Folhas longo-pecioladas, cordiformes ou reniformes, angulosas ou lobadas (3-5 lobos), um pouco ásperas. Flores amarelas, campanuladas, pequenas, axilares. Frutos ovóides, moles, pequenos, ásperos e com pequenas nervuras ou saliências espinescentes e seriados. Sementes compridas, lisas, com as margens regulares, sem alas. Seu nome popula deriva da sua aparência semelhante à da "bucha de banho", mas apresenta um tamanho menor (cerca de 8 cm). Popularmente é usada para rinites e rinofaringites. Há registros de casos de intoxicação com esta planta, ocorrendo sintomas cerca de 24 horas após a ingestão do chá. Náuseas, vômitos, dores abdominais e dores de cabeça são os sintomas primários, subsequentemente advêm hemorragias, podendo ocorrer o coma e a morte.
De acordo com Mezger, o Iodo é um importante constituinte ativo da planta.
Luffa operculata foi introduzido no início dos anos 1960 pelo Dr. Willmar Schwabe na matéria médica homeopática, após visitar a Colômbia, na América do Sul, onde conheceu seu tradicional uso para o tratamento de sinusite. Em 1962-63 O Dr. Raeside realizou em Londres novas experimentações. Em 1986 novas experimentações foram publicadas pelo "Deutschen Zentralvereins".
"Os textos aqui apresentados foram obtidos através de compilação ou reprodução de patogenesias de um ou vários autores assinalados no início, tendo sido adaptados e livremente traduzidos para o Português"
Textos extraídos e adaptados das Matérias Médicas de Frans Vermeulen, O.A. Julian, Vijnovsky, Nilo Cairo e Artigos de revistas Homeopáticas dos Autores das experimentações e Homeopatas diversos.
Características gerais
Luffa operculata foi introduzido no início dos anos 1960 pelo Dr. Willmar Schwabe na matéria médica homeopática, após visitar a América do Sul onde é usado tradicionalmente para o tratamento de sinusite. Em 19602-63, as experimentações do Dr. Raeside em Londres confirmaram muitos sintomas respiratórios alérgicos. Luffa operculata mostrou não ser um remédio de ação profunda, seu tempo de ação sendo de 6 a 34 horas, mas o remédio pode ser tomado diariamente por meses. Embora os pacientes tenham ficado livres dos sintomas de asma, eles podiam ser tratados ao mesmo tempo com um remédio constitucional.
Mental
Falta de concentração.
Medo de câncer.
Ilusão de ter câncer no cólon.
Cólera por bagatelas; agg. pelo barulho.
Distraído.
Falta de reação com uma condição de colapso com indiferença.
Sonhos muito ansiosos com música e barulho.
Generalidades
Cansaço e fadiga física ou corporal.
Hipertrofia da glândula tireóide.
Grande sede e apetite voraz; com emagrecimento.
Secura das mucosas.
Alergias respiratórias (rinites, asmas).
Cabeça
Cefaléias; violentas; surdas, iniciando-se na fronte estendendo-se para o pescoço.
Cefaléias na região occipital.
Cefaléias na região frontal; com vertigem e moscas que voam diante dos olhos; e fotofobia; agg. em quarto quente.
Olhos
Olhos pesados secos; lacrimejamento com sensibilidade à luz; visão pesada.
Nariz
Espirros violentos e prurido interno do nariz.
Rinite crônica, com envolvimento dos seios paranasais.
Nariz entupido, com espirros frequentes; resfriados com sinusite.
Sinusite com cefaleia e secreção aquosa do nariz.
Resfriado com secreção nasal, branca ou amarela, especialmente de manhã, mais clara e transparente no decorrer do dia.
Resfriados com sintomas nasais e face ruborizada e quente e boca seca, assim como os olhos.
Secura da mucosa nasal (dolorosa) com formação de crostas aderentes.
Agg. por ar confinado e ar seco no quarto.
Amel. ao ar livre do exterior.
Boca
Secura da boca; úlceras; cantos fissurados.
Secura da língua, da parte de trás da garganta, da faringe.
Sensação de ardência na ponta da língua.
Gosto metálico ou amargo.
Língua espessamente coberta; com úlceras.
Garganta
Garganta seca; e sensação como se a parte de trás da língua (seca) pressionasse para cima.
Sensação de sufocação como pressão na garganta externa.
Estômago - intestino - abdômen
Dolorosa sensação de sede e fome, difícil de satisfazer.
Dores gástricas difusas.
Sensação de vazio no estômago.
Tendência à constipação.
Peito
Dores supraesternais.
Sensação de vibração cardíaca.
Falta de ar pelo menor esforço.
Taquicardia.
Dor no peito durante a tosse e espirros.
Aparelho respiratório
Sibilos e som chocalhante no peito com dificuldade para expectorar.
Respiração difícil pelo menor esforço.
Tosse espasmódica que agg. pela brisa fria, neblina, poeira, etc.
Agg. por exposição à poeira, ao frio, à noite, de manhã cedo.
Amel. pelo calor, cobrindo a cabeça.
Extremidades
Marcado dolorimento e fraqueza dos membros; com dormência e peso.
Câimbras.
Pele - Fâneros
Formação de pequenas espinhas, purulentas e prurido na face, no lábio inferior e no queixo.
Perda abundante de cabelos.
Desejos e Aversões
Aversão a comidas gordurosas; condimentadas.
Desejo de vinagre diluído; limão.
Modalidades
Agravação: Em um quarto, em ar seco.
Melhora: Ao ar livre.
Posologia
Dinamizações: 4 DH, 6 DH, 12 DH.
Diagnóstico positivo
Cefaleia de regiões fronto-occipital.
Inflamação aguda ou crônica das mucosas dos seios nasais.
Hipertrofia ou atrofia das mucosas nasais.
Diagnóstico clínico
Rinofaringite aguda.
Faringolaringite aguda.
Sinusite purulenta.
Rinite atrófica crônica.
Asma brônquica.
Pólipos nasais.
Comparações diferenciais
Mercurius bi-iodatus (Merc-i-r): Coriza com rouquidão. Secreção abundante de muco posnasal, agg. ao ar livre, amel. pelo calor.
Cinnabaris (Cinnb): dores depressivos nos ossos do crânio, com obstrução do nariz, com secreção de muco espesso, epistaxes frequentes.
Hepar sulphur (Hep): Secreções azedas, fétidas, com obstrução do nariz, assim que o paciente sai ao ar frio e amel. em um quarto quente.