Olá gostaria de saber se conhece uma planta que parece um girassol mas e menor a flor e quando podo sai um leite e qua eu entro em contato com essa planta fico empolado nos braços pesçoço e face precisando tomar injeçao aguardo obrigado
Considerações sobre as espécies acessíveis física e culturalmente, assim como eficazes e seguras clinicamente.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Parece girassol pequeno
Olá gostaria de saber se conhece uma planta que parece um girassol mas e menor a flor e quando podo sai um leite e qua eu entro em contato com essa planta fico empolado nos braços pesçoço e face precisando tomar injeçao aguardo obrigado
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Aloe nasal
Em 02/01/2013 18:42, Dilva escreveu:
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Oi Luiz Meira, tudo bem?
estive lendo a matéria para poder colocar as lâminas de Aloé na cachorra com tumor, conforme conversamos hoje pelo Face book,
e vi que o aloé também atua na congestão nasal entre tantas outras indicações, e como
tenho uma polipose nasal, pensei em tratar, tenho gravado em cd uma nasografia onde foi recomendado cirurgia, porém não sei como utilizar no meu caso. Utilizo a geléia fresca?
Prezada Dilva,
O manejo de pólipos nasais passa principalmente pelo aeramento das vias aéreas superiores. Deixo o protocolo deste cuidado em:
luizmeira.com/fito.htm#Luffa
Na homeopatia o medicamento que vejo aproximar melhor deste assunto é o Hydrastis (consta no site tb).
> Tenho um pouco de um extrato que comprei da Forever, e pensei em misturar com água e pingar no nariz. Fora a Forever existe extrato de aloé?
A ÚNICA forma que considero adequada é "in natura", sem processamento.
Obrigada por este artigo tão rico em informações úteis. Um abraço Dilva
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Grande Abraço
Referrer: http://luizmeira.com/aloe.htm
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
sinusite - luffa op (sinustrat)
Obrigado! Claro, pode publicar a mensagem. Foi assim, através de emails publicados por lá, que comecei a compreender melhor o tratamento com Luffa.
Antes mesmo da interferência em nossos aparelhos auditivo e fonador, a sinusite atrapalha o fazer musical já no ponto em que mexe muito com a nossa cabeça e capacidade de concentração.
Abraço,
PauloEm 22 de outubro de 2012 12:50, Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@luizmeira.com> escreveu:
Prezado Paulo,Grande satisfação em constatar que compreendeu detalhes importantes da higiene dos seios da face. Esta perspectiva é um hiato em nossa cultura onde sua retificação pode ajudar a maioria das pessoas.A análise do fluxo nasal está coerente com o efeito vasoconstritor e ação residual, modulada pelo fluxo e umidade ambiente.O vapor após a instilação lava a Luffa, diminuindo o efeito residual.A diluição ao meio ou 1/4 diminui os efeitos esperados como muito bem descritos.Para mobilizar secreções endurecidas na forma de crostas justapostas às reentrâncias ósseas é necessário grande fluxo e variável.Quando a secreção está translúcida é melhor diminuir a freqüência ou a dose da Luffa, interromper de vez em quando e retomar se necessário.Gostei de ver seus sites,a nossa caixa de ressonância interfere tanto na emissão como percepção do som, assumindo posição importante na área musical.Gostaria mensagem no blog de fitoterapia com sua identidade, assim fazemos publicidade prá vc, o que acha?AbraçosLuiz Meira
19 8263 8572 tim
Em 21 de outubro de 2012 23:22, Paulo Rios Filho <pauloriosfilho@gmail.com> escreveu:Caro Dr. Luiz,
Tendo sido diagnosticado com sinusite crônica já há algum tempo, após uma crise e uma gripe (tosse seca, dor de cabeça e febre baixa), ministrei três doses (em dois dias) de Sinustrat, sem diluir, sendo cada uma três gotas em cada narina.
Estou meio desesperado, sem saber se devo continuar com o tratamento. Apesar de muito rapidamente sentir a ação da Luffa nos sinos, acordei (após a segunda dose, na noite anterior) com a mucosa muito irritada, espirrei (espirros violentos) durante todo o dia, e agora estou com uma inconstante constipação nasal, que revesa entre as narinas, sem ter ainda cessado a irritação.
Já li no seu excelente site que isto é mesmo normal.
No entanto, posso notar que o muco eliminado até então está sempre transparente, espesso e viscoso no início, mas agora somente líquido. Por isto estou na dúvida se devo continuar o tratamento, tendo em vista a irritação, constipação, espirros e rinorreia, aliados à não eliminação de muco com cor (que é o que imagino que precisa sair dos meus seios faciais); ou se está tudo dentro da normalidade do tratamento e se devo continuar ministrando o Sinustrat. O que o senhor acha?
Além disso, gostaria de saber se a Luffa é vasoconstritora ou vasodilatadora, para poder afinar o seu uso com o ciclo lunar, como sugerido pelo senhor em um dos textos divulgados.
Desde já, muito grato!
Paulo
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http://pauloriosfilho.blogspot.com
http://camaraufba.blogspot.com
http://www.ocaocaoca.com
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Cistite
Luiz Meira
Luiz hoje a N. me ligou pq teve uns pobreminha de sistite!!!rsdisse pra ela relaxar e comer frutas e coisas leves..no perrengue ela acabou indo na medica e ela passou anti-vida pra ela ...looooogico...disse pra ela tomar só 1 e despues tomar um yakut con lactobacilos...se necesssario...sistite é:nervoso, angustia, raiva, perrengues mentais q aglutinam na bexiga, sai sangue pq o canal esta estrangulado,sao bacterias q se aproveitam do meio acido q é provocado pela acidez mental....as bacterias na verdade sao suas amigas...basta deixar o meio mais alcalino q tudo se resolve..Luiz tu achas q um pouco de bicarbonato de sodio tb ajuda????Cy tu sabes algo mas sobre sistite????
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Aloe em árvore respiratória para broncoespasmo - ASMA
Aloe Arborescens
Dr.Luiz Meira,
Boa noite!
Peço sua permissão para exposição do relato abaixo:
Há cerca de 01 mês efetuei a compra do Suplemento Alimentar FRZ Aloe Arborescens
no site português "curanatura.com" e o mesmo, enviado via UPS, encontra-se retido em Viracopos pela ANVISA.
Bem, eu e minha companheira nos tornamos adépitos de uma vida mais saudável, e procuramos hoje em dia a substituição dos hábitos alimentares de anos, acrescentando a nossa dieta alguns alimentos como linhaça, farelo de trigo, colágeno, etc. Temos desde então sentido nítida melhora, e passamos a colher informações de outros, como a farinha de banana verde e de maracujá, na roda de amigos ou em outros lugares, como sites pela internet. Numa dessas pesquisas nos informamos sobre a Babosa - Aloe Arborescens.
Não encontramos nada no mercado com o apelo "natural" do produto que estou importando.
Realmente não pensei que fosse interpretado como outra coisa, senão alimento, como qualquer outro que se encontra em lojas de produtos naturais tipo "Mundo Verde", principalmente pelo que está em sua composição: a Aloe Vera,
Mel e cana.
A mediadora da UPS enviou-me vários anexos, incluindo um em Power Point, com instruções bem burocráticas para desembaraço aduaneiro...de alto caráter intimidador, chegando até a sugerir a desistência no processo.
Confesso que estou confuso diante de tamanha exigência imposta para algo similar ao que comumente temos acesso, sem as mesmas restrições, aqui no Brasil.
Durante essa peregrinação esbarrei no seu site e pensei que seria impossível o meu caso ser isolado, e que talvez na sua vasta experiência tenha esbarrado em relato similar, podendo orientar a melhor maneira de não perder para a Máquina Burocrática do Governo
por inadvertidamente ferir os princípios dos intereses da Dantesca Indústria Farmaceutica.
Obrigado pela sua atenção,
Flávio
terça-feira, 26 de junho de 2012
Ministério da Saúde fortalece produção de fitoterápicos
Saúde Web 21 de junho de 2012
Para fortalecer o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, o Ministério da Saúde repassará R$ 6,7 milhões para 12 municípios. A medida está prevista em portaria publicada, nesta quarta-feira (20), no Diário Oficial da União. Os recursos serão aplicados em projetos locais de produção e distribuição no Sistema Único de Saúde (SUS) de plantas medicinais e fitoterápicos.
O montante deverá ser investido em aquisição de equipamentos e materiais, contratação de pessoal e qualificação técnica para promover a interação e a cooperação entre os agentes produtivos de plantas medicinais e fitoterápicos.
A iniciativa tem o propósito de desenvolver a produção de insumos de origem vegetal, preferencialmente com cultivo orgânico, considerando a agricultura familiar, o conhecimento tradicional e o científico. De acordo com o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, o objetivo do ministério é aliar a saúde à sustentabilidade e ao desenvolvimento socioeconomico do país. E diz que o intuito é mostra que é possível desenvolver a cadeia produtiva com sustentabilidade.
Os municípios que apresentaram projetos de produção e distribuição de plantas e fitoterápicos: Betim (MG), Botucatu (SP), Brejo da Madre de Deus (PE), Diorama (GO), Foz do Iguaçu (PR), Itapeva (SP), João Monlevade (MG), Pato Bragado (PR), Petrópolis (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Satanrém (PA) e Toledo (PR).
RIO+20
Como forma de valorizar a biodiversidade do Brasil e seu uso sustentável, o Ministério da Saúde participa da conferência Rio+20 com uma mostra sobre plantas medicinais e fitoterápicos, localizado no Pier de Mauá. Os visitantes têm acesso a informações sobre o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, além de conhecerem desde o processo de cultivo dessas plantas, passando pela extração, ao uso da fitoterapia no SUS. A mostra segue aberta ao público até sexta-feira (22), quando encerra a conferência.
Para o secretário Carlos Gadelha, o desenvolvimento dos fitoterápicos no Brasil incorporam as três dimensões do desenvolvimento sustentável. Gadelha conta que os fitoterápicos aparece como uma oportunidade para o Brasil mostrar que persegue um modelo de desenvolvimento que articula a dimensão econômica, social e ambiental, numa mesma iniciativa.
Lançado em 2008, o Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos foi criado para garantir à população o acesso a plantas medicinais e fitoterápicos, seguros e eficazes, ampliando as opções terapêuticas e fortalecendo o complexo produtivo e o uso sustentável da biodiversidade.
Os 12 fitoterápicos ofertados no SUS, com financiamento de Municípios, Estados e da União, são industrializados, e têm registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); portanto, com eficácia e segurança comprovadas. O Ministério da Saúde orienta o uso desses produtos apenas na atenção básica.
Fitoterapia
Os benefícios da fitoterapia são reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Periodicamente, o órgão divulga recomendações para incentivar os países a formularem políticas e regulamentações nacionais referentes à utilização de medicamentos tradicionais de eficácia comprovada. A OMS também recomenda a exploração das possibilidades de se incorporar os detentores de conhecimento tradicional às atividades de atenção primária em saúde, fornecendo-lhes treinamento correspondente.
