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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

sinusite - luffa op (sinustrat)

Em 22 de outubro de 2012 14:05, Paulo Rios Filho <pauloriosfilho@gmail.com> escreveu:

Obrigado! Claro, pode publicar a mensagem. Foi assim, através de emails publicados por lá, que comecei a compreender melhor o tratamento com Luffa.

Antes mesmo da interferência em nossos aparelhos auditivo e fonador, a sinusite atrapalha o fazer musical já no ponto em que mexe muito com a nossa cabeça e capacidade de concentração.

Abraço,
Paulo

Em 22 de outubro de 2012 12:50, Luiz Roberto Salvatori Meira <falecom@luizmeira.com> escreveu:

Prezado Paulo,

Grande satisfação em constatar que compreendeu detalhes importantes da higiene dos seios da face. Esta perspectiva é um hiato em nossa cultura onde sua retificação pode ajudar a maioria das pessoas.

A análise do fluxo nasal está coerente com o efeito vasoconstritor e ação residual, modulada pelo fluxo e umidade ambiente.

O vapor após a instilação lava a Luffa, diminuindo o efeito residual.

A diluição ao meio ou 1/4 diminui os efeitos esperados como muito bem descritos.

Para mobilizar secreções endurecidas na forma de crostas justapostas às reentrâncias ósseas é necessário grande fluxo e variável.
Quando a secreção está translúcida é melhor diminuir a freqüência ou a dose da Luffa, interromper de vez em quando e retomar se necessário.

Gostei de ver seus sites, 
a nossa caixa de ressonância interfere tanto na emissão como percepção do som, assumindo posição importante na área musical.

Gostaria mensagem no blog de fitoterapia com sua identidade, assim fazemos publicidade prá vc, o que acha?

Abraços
       Luiz Meira



Em 21 de outubro de 2012 23:22, Paulo Rios Filho <pauloriosfilho@gmail.com> escreveu:

Caro Dr. Luiz,

Tendo sido diagnosticado com sinusite crônica já há algum tempo, após uma crise e uma gripe (tosse seca, dor de cabeça e febre baixa), ministrei três doses (em dois dias) de Sinustrat, sem diluir, sendo cada uma três gotas em cada narina.

Estou meio desesperado, sem saber se devo continuar com o tratamento. Apesar de muito rapidamente sentir a ação da Luffa nos sinos, acordei (após a segunda dose, na noite anterior) com a mucosa muito irritada, espirrei (espirros violentos) durante todo o dia, e agora estou com uma inconstante constipação nasal, que revesa entre as narinas, sem ter ainda cessado a irritação.

Já li no seu excelente site que isto é mesmo normal.

No entanto, posso notar que o muco eliminado até então está sempre transparente, espesso e viscoso no início, mas agora somente líquido. Por isto estou na dúvida se devo continuar o tratamento, tendo em vista a irritação, constipação, espirros e rinorreia, aliados à não eliminação de muco com cor (que é o que imagino que precisa sair dos meus seios faciais); ou se está tudo dentro da normalidade do tratamento e se devo continuar ministrando o Sinustrat. O que o senhor acha?

Além disso, gostaria de saber se a Luffa é vasoconstritora ou vasodilatadora, para poder afinar o seu uso com o ciclo lunar, como sugerido pelo senhor em um dos textos divulgados.

Desde já, muito grato!
Paulo
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